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Valor: IPCA-15 tem a maior taxa para outubro desde 2002




Publicado em 21/10/2015

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Por Alessandra Saraiva 

RIO  -  (Atualizada às 9h55) A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) acelerou entre setembro e outubro, de 0,39% para 0,66%, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse foi o índice mais elevado para um mês de outubro desde 2002, quando subiu 0,90%. Em outubro de 2014, a alta foi de 0,48%.

O IPCA-15 é uma prévia do IPCA, indicador que baliza o sistema de metas de inflação. O que muda entre os dois índices é o período de coleta de preços e a abrangência geográfica.

O resultado de outubro ficou abaixo da estimativa média apurada pelo Valor Data junto a 17 consultorias e instituições financeiras, de 0,67% de aumento, e dentro do intervalo das projeções, entre 0,58% e 0,71%. 

No ano, o IPCA-15 apresentou alta de 8,49%, o mais elevado porcentual acumulado de janeiro a outubro desde 2003, quando subiu 9,17%. Em 2014, o acumulado no mesmo período estava em 5,23%.

Nos 12 meses encerrados em outubro, o índice subiu 9,77%, acima da taxa dos 12 meses imediatamente anteriores (9,57%) e a mais elevada desde dezembro de 2003 (9,86%). Assim, a prévia do índice oficial voltou a mostrar inflação acumulada bem acima do teto da meta, de 6,5%.

"O índice do mês foi influenciado pelos três grupos que mais pesam no orçamento das famílias: Habitação, com alta de 1,15%, Transportes (0,80%) e Alimentação e Bebidas (0,62%). Juntos, somando 0,48 ponto percentual de impacto, foram responsáveis por 72,73% do resultado do IPCA-15 de outubro", destacou o IBGE em nota.

O impacto individual mais forte na formação do índice veio do botijão de gás. Esse item contribuiu com 0,11 ponto percentual, com aumento de 10,22% em outubro, depois de subir 5,34% em setembro, acumulando 16,11% nesses dois meses. Isso foi reflexo, nos pontos de distribuição ao consumidor, do reajuste de 15% nas refinarias autorizado pela Petrobras, com vigência a partir de 1º de setembro.

Ainda no segmento de não alimentícios, outros produtos também dependentes de reajustes da Petrobras ajudaram a compor a inflação do indicador de outubro. A gasolina ficou 1,70% mais cara e refletiu, nas bombas, parte do reajuste de 6% nas refinarias autorizado pela Petrobras, com vigência a partir de 30 de setembro. Além disso, o etanol subiu 4,83% nas bombas, contribuindo também para a alta da gasolina, já que faz parte de sua composição, detalhou o instituto.

Ainda em outubro, os preços dos alimentos consumidos em casa subiram 0,39%, enquanto a inflação da alimentação fora de casa teve alta de 1,06%. Com destaque no período, ficaram o frango inteiro (5,11%), a batata-inglesa (4,22%), o arroz (2,15%), o pão francês (1,14%) e as carnes (0,97%).







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