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Destruição de empregos é resultado de equívocos cometidos pelo governo, diz Felipe Salto




Publicado em 27/10/2015

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O economista Felipe Salto, professor da FGV-SP, disse nesta terça-feira ao Portal do PPS que a perda de 1,24 milhão de empregos nos últimos 12 meses registrada pelo Caged (Cadastro Geral de Empregos e Desempregos), do Ministério do Trabalho, é resultado da política econômica equivocada adotada pelo governo federal a partir de 2008.

Segundo ele, a “destruição” de postos de trabalho não é conjuntural, mas reflete as opções equivocadas adotas pelo governo, como a chamada “contabilidade criativa” as pedaladas fiscais”.

Salto disse que as escolhas feitas no passado estão turbinando a crise econômica com a queda da demanda em todos os setores da economia e a redução do consumo das famílias.

“A destruição de empregos é generalizada”, afirmou Salto, ao analisar que a tendência é de que o mercado de trabalho feche 2015 em queda.   

Caged

Dados do Caged mostram que o emprego formal no País apresentou queda pelo sexto mês consecutivo, com setembro fechando com redução de 95.602 vagas, um decréscimo de 0,24% na comparação com agosto. Esse é o pior resultado para o mês da série histórica iniciada em 1992.

No acumulado do ano, de acordo com o Cadeg, a geração de empregos ficou negativa em 1,6%, índice que corresponde a 657.761 postos de trabalho a menos.  Nos últimos 12 meses houve uma redução de 1.238.628 empregos formais (-2,96%) no Brasil.

Todos os setores da economia fecharam postos de trabalho no mês passado. Os serviços registraram o maior saldo negativo, com 33.535 vagas a menos, seguindo da construção civil (- 28.221), comércio (- 17.253), indústria de transformação (-10.915) e agricultura (- 3.246), setor que tradicionalmente apresenta saldo positivo. 

IBGE

O quadro recessivo da economia provocado pela irresponsabilidade do governo já tirou do mercado de trabalho 1,9 milhões de pessoas, de acordo com a PME (Pesquisa Mensal de Emprego) do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgado na última quinta-feira.  O número de desempregados não apresentou variação frente agosto, mas cresceu 56,6% em relação a setembro de 2014. A pesquisa é realizada em seis regiões metropolitanas. 







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